Groupe d’études sur le néolibéralisme et les alternatives (GENA)

O Grupo de Estudos sobre Neoliberalismo e Alternativas (GENA) foi formado em 2018 após as eleições de Donald Trump e Jair Bolsonaro. Tratava-se de conduzir trabalho coletivo e internacional sobre as novas faces do neoliberalismo, isto é, sobre a combinação original de uma radicalização das lógicas pró-mercado e de um nacionalismo autoritário e xenófobo. Paralelamente e em conformidade com o seu objetivo, os membros do GENA prosseguiram sua investigação sobre possíveis alternativas, em diferentes escalas.

Este trabalho coletivo, apesar dos obstáculos ligados à pandemia da COVID 19, deu lugar a colóquios (2019 e 2023), um livro (A escolha da guerra civil, em 2021) traduzido em vários idiomas, um grande número de artigos e intervenções orais.

O GENA tem duas estruturas de apoio na França, o laboratório Sophiapol da Universidade Paris Nanterre e o Centro de Pesquisa sobre o Trabalho e o Desenvolvimento do CNAM Paris, e uma estrutura no Brasil, o Instituto de Psicologia e o Instituto de Estudos Avançados, ambos da Universidade de São Paulo.

L’utopie capitaliste – Quinn Slobodian (1 Fev 2025)

A l’occasion de la parution aux éditions du Seuil du livre Le capitalisme de l’apocalypse, la revue Terrestres et le Groupe d’études du néolibéralisme et des alternatives (GENA) organisent et animent une rencontre publique avec Quinn SLOBODIAN, le 1er février 2025 de 17h à 19h, à l’Académie du climat, 2 place Baudoyer 75004 Paris. Entrée libre (flyer ci-joint).

L’entretien sera traduit par l’écrivaine Miranda Richmond Mouillot, animé par les chercheuses et chercheur Haud Guéguen, Fulvia Giachetti, Matilde Ciolli, Jeanne Etelain et Pierre Sauvêtre, membres du GENA.

Quinn Slobodian est professeur d’histoire internationale à la Frederick S. Pardee School of Global Studies de l’université de Boston. Site web : https://www.quinnslobodian.com/

Instituição e Produção de Subjetividade: Atualidade de Deleuze e Guattari? (30 AGO 2024) – Valentin Schaepelynck (Univ. Paris 8)

A discussão proposta interroga o pensamento político dos filósofos G. Deleuze e F. Guattari a partir de seu contexto ou, mais precisamente, do que poderíamos chamar de sua “base material”, uma certa crítica em ato das instituições do Estado social francês do pós-segunda guerra ao final dos anos 1970. Interroga também sob quais condições o que se afirma como abordagem original da subjetividade como produção, da instituição e da prática política como criação coletiva é suscetível de nos tocar ainda hoje, na época do capitalismo absoluto, da destituição do Welfare State e do reducionismo neurocientífico.